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sábado, 25 de novembro de 2017

Racismo sem limites: "Taís Araújo promove o racismo" diz Fabiano de Abreu, e fala sobre Monick Camargo.

A atriz Taís Araújo vem ganhando constantes holofotes com denúncias e temas de racismo.

Para o filósofo Fabiano de Abreu, a atriz além de se promover, também está promovendo e incentivando o racismo:

Fabiano de Abreu

"Essa atriz está buscando no "tema do século" uma maneira de se promover. Ela está exagerando demais, sem limites. A meu ver, ela está promovendo o tema de racismo criando diferenças" disse o poeta, escritor e filósofo.


Fabiano, que além de escritor, é assessor de imprensa e se orgulha em dizer que tem a agência que assessora o maior número de negros no Brasil. Além de ter uma agência em Angola e assessorar artistas africanos. Fabiano foi responsável por temas de racismos reais com maior repercussão na ex-globeleza e atriz Nayara Justino, Ivi Pizzott e o astro angolano Adi Cudz.

Fabiano e Adi Cudz

Fabiano e Ivi Pizzott


Durante uma palestra em agosto deste ano, onde a atriz foi convidada a falar sobre "como criar crianças doces num país ácido", Taís enfatizou o racismo dizendo que a cor dos filhos dela, faz com que as pessoas troquem de calçada.

Tal afirmação gerou muita polêmica nas redes sociais e dividiu opiniões. Cesar Benjamin, secretário de Educação do Rio de Janeiro, rebateu a afirmação da atriz dizendo "é uma idiotice racial"; Laerte Rimoli, presidente da EBC, também se posicionou contra, compartilhando em suas redes sociais, algumas postagem ironizando a fala da atriz, e mais tarde, revoltado com a atitude de Laerte, o ator Pedro Cardoso, convidado a participar do programa #semsensura da EBC, fez uma declaração ao vivo, criticando a postura do presidente da emissora e se retirando do palco em movimento de protesto, e logo viralizou na internet.

Glória Maria, uma das maiores repórteres que o Brasil já teve, não usou a coroa de vítima, mas carregou a espada de guerreira, compartilhando em seu twitter, uma frase dita por Morgan  Freeman  "O dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela, ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo desaparece”, embora aplaudida por muitos, acabou se tornando vítima de ataques militantes que exigiam que ela retirasse a postagem. Glória, em toda sua glória, se manifestou, veja:


Monick Camargo, participante do reality A Fazenda, também vem sendo vítima de militantes, que após uma frase citada pela modelo, vêm sendo acusada de racista. Em uma conversa com Flavia Viana, Monick disse: “Olha a minha perna. Parece aquelas nega, nega que não passa creme. Perna preta e o joelho branco”.

Monick Camargo

Como representante da modelo, que está confinada no reality, Fabiano de Abreu rebate as acusações, confira:

 "como representante da modelo Monick Camargo, tomei a liberdade de dar um direito de resposta as acusações de racismo que ela está sofrendo na imprensa e rede social. 

O tema de preconceito no Brasil ainda irá tomar proporções que incentivará a mais preconceito. Está aberta a temporada do tema racismo para justificar qualquer coisa e ganhar holofotes. Assim como a bíblia e outros livros, frases dependem de interpretações, se esta for do lado negativo, a pessoa poderá ser acusada de forma injusta. 

Quem avalia que o que Monick Camargo disse foi realmente racismo ou não? Pessoas que querem se aproveitar disso para encontrar motivos para render holofotes?

Qual a interpretação para esta frase? Onde há a agressão em relação a cor da pele? Por que julgá-la de forma tão severa como se ela fosse uma pessoa preconceituosa? Quais são as provas e quem intermedia e decreta tal julgamento? 

Essa frase que ela disse, já ouvi parecida dita por amigas negras. 

E a imprensa com títulos que a apontam como racista ou que foi uma frase racista de forma a julgar como decretado o fato!? 

Hoje em dia vemos atrizes e atores negros que já não fazem novelas e culpam o racismo por isso, na verdade culpam o racismo por tudo. Seria realmente racismo ou o racismo está sendo usado como desculpa para tudo? Sim, existe sim racismo no Brasil e muito, mas temos também que avaliar quando é um racismo sofrido de um racismo inventado". 

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